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    China: desde sempre mais, maior, melhor...

     
     

    China: desde sempre mais, maior, melhor...

    Já escrevi isso muitas vezes, mas sempre encontro mais e mais recordes, melhores, maiores e bem sucedidos (ou nem tanto) do mundo nos noticiários e livros chineses. Não importa a data ou a época, porque isso faz parte da cultura chinesa desde sempre, pelo que entendi.  E para quem não sabe, vão mais estes curiosos recordes:

    A mais sangrenta guerra civil do mundo: a rebelião de Taiping, durou 13 anos (1851 a 1864) e matou pelo menos 20 milhões de pessoas. E tudo começou porque um tal de Hong Xiuquan,  que liderou essa rebelião contra a Dinastia Qing, foi considerado ’irmão mais novo de Jesus Cristo’!  Depois de falhar 4 vezes  no Exame Imperial, começou a ter uma série de visões onde um homem com uma barba dourada entregou a ele uma espada e um selo para purificar a China.  =O

    Soldados Imperiais na Rebelião de Taiping


    O maior livro do mundo: a Enciclopédia Chinesa Gujin Tushu Jicheng清定古今圖書, que contém 10 mil volumes, 800 mil páginas e mais de 100 milhões de caracteres. Foi incentivada pelo Imperador Kangxi em 1700 e levou mais de 26 anos para ser finalizada. Para sua impressão usaram cerca de 10 mil rolos de papel para imprimir 60 exemplares.

    Página da Enciclopédia Gujin Tushu Jicheng


    O mais espetacular funeral do século no mundo: (isso foi em 1935...mas como curiosidade vale). Mais de 300 mil pessoas  fecharam as ruas de Shanghai para a procissão do funeral da “deusa de Shanghai”, a atriz Ruan Lingyu, em 14 de março de 1935. Ela se suicidou ingerindo comida envenenada, após ser atacada por varios tablóides por manter alguns romances incovenientes, por assim dizer... Seu cortejo funerário teve mais de 5 quilometros e saiu na primeira página do New York Times como o ‘mais espetacular funeral do século’. Bom, para aquela época, acredito que foi mesmo! =]

    A deusa de Shanghai.


    O pior acidente marítimo do mundo: o navio de passageiros chinês que levava refugiados da guerra civil SS Kiangya, afundou ao atingir uma mina em 3 de dezembro de 1948. O exato número de mortos é desconhecido, mas acredita-se que haviam muitos passageiros clandestinos, o que leva a conclusão de que mais de 3 mil pessoas morreram, quase duas vezes o numero do Titanic.

    SS Kiangya


    Maior número de medalhas  para mulheres halterofilistas: Sim, as mulheres chinesas tem o maior número de medalhas ganhas na história do ‘Campeonato Mundial de Halterofilismo’ –  423 no total, sendo 314 de ouro! Talvez seja por conta que são elas que pegam ‘no pesado’, no  trabalho de carregar colheitas, água, filhos... é levantar muito peso todo dia! 

    Essa estava na Olimpiada, mas pode ilustrar o fato!

     

    Então os chineses que se cuidem! =]

    Zài Jiàn!



    Categoria: China
     Escrito por Christine Marote às 14:31
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    Encontrei minha Chinesa gêmea!

     
     

    Encontrei minha Chinesa gêmea!

    Só podia ser comigo mesmo!!rs Depois do assédio do grupo de adolescentes no IKEA, passei por outra situação, menos tensa claro, mas rendeu até lista de comentários no FaceBook.

    Fizemos um outro passeio no inicio de maio. Dessa vez para FengJing Ancient Town, cerca de 2 horas de Shanghai, mas sobre isso conto depois. Bom, roupa confortável, se anda muito nesses lugares e a imbatível camisa nunca deixa a gente na mão, adoro. Chegando na Cidadezinha, descemos num parque onde havia alguns pequenos museus e coisas até interessantes.

    Passaram por mim 3 chinesas e tive a impressão de uma delas estar usando uma camisa da mesma cor que a minha. Mas peraí! A cor não era lá muito usual, comprei numa loja inglesa, onde compram muitos estrangeiros por conta da numeração, não tem os padrões de preços chineses e eu estava em FENGJING, interior... não,foi só impressão...

    Só que estava acompanhada de mais 34 mulheres... que prestam atenção à tudo... brasileiras... e loucas por uma boa oportunidade para zoar o próximo, digamos assim...

    Quando saimos num pátio enorme, vazio, só nós lá em cima das pedras, não é que as chinesinhas resolvem aparecer e ficar meio me rodeando de longe, olhando e cochichando, e rindo... Claro que elas chamaram a atenção do grupo e aí eu ouço o que não tinha acreditado minutos antes: “Christineeee, a chinesa está com uma camisa igual a sua, você anda comprando roupa em loja fashion chinesa!!!”


    Não preciso dizer quefoi um  tumulto só, quem já tinha ido voltou, quem vinha chegando parou no caminho, e ai as chinesinhas queriam ir embora... todas envergonhadas... Mas como escapar de um batalhão de brasileiras: Vamos a foto para comprovar. A chinesinha gêmea ficou vermelha, as outras duas sairam de perto, mas continuaram rindo no melhor estilo ‘chinesinha’ (elas tem mania de rir e esconder os labios com as mãos e abaixar a cabeça ao mesmo tempo). E eu nem sei quantas bateram fotos e se divertiram com a situação. E no final rimos um monte... claro que tive que ouvir aquelas gracinhas habituais de se ver num lugar com a roupa igual do outro ( e isso já aconteceu comigo aqui , mas deixa quieto...), principalmente o outro sendo uma ‘chinesinha’ adolescente dos arredores de Shanghai.

    E ai, não é o preconceito, é que as chinesas tem um gostomeio duvidoso de se vestir para nossos padrões, um estilo um tanto excêntrico ou cafona mesmo, às vezes os dois juntos, e outras somadas aos dois adjetivos, ainda vêm o ‘so much’...muito, muito brilho, muita renda, muita  fita, muitas cores, muitas padronagens. Ou seja uma verdadeira poluição visual concentrada numa pessoinha só, de não mais de 1,50 m de altura.Por isso que dá para imaginar o quanto é duro você sair com um grupo de mulheres e se deparar com a mesma roupa que uma chinesa.... Acho que perdi uns pontos no meu ‘estilo pessoal’...hehehe.

    Olha, na realidade, depois que essa cena ocorreu, as mocinhas ainda insistiram em cruzar nosso caminho algumas vezes, ouvi mais uma ou outra piadinha e esqueci do ‘episódio’.

    Mas não é que hoje, ao abrir meu FB me deparo com a chinesinha e eu no meu perfil! Meu Deus! O que era aquilo... aí tudo voltou à tona, quem viu tirou mais uma lasquinha, quem não tinha vista adorou a novidade e assim voltou à roda a história da ’chinesinha gemea da Christine’.

    Estava meio sem inspiração para escrever, mas fiquei rindo sozinha aqui, lembrando da cena toda, e decidi compartilhar... já que a minha foto virou pública, graças a minha amiga Cátia Machado, que  resolveu desenterrar o fato morto e ‘tirar uma casquinha’ mais do acontecido com minha pessoa!

    Então tá...


    No final essas histórias que vivemos aqui são únicas, ficam na memória e é impossivel (depois que passa o susto, claro) não se divertir com a própria desgraça, ou melhor, situação delicada...rs São os fatos da vida real na China!

    Zài Jiàn!



    Categoria: Viver na China
     Escrito por Christine Marote às 15:32
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    Dia das Mães na China

     
     

    Dia das Mães na China

    Algumas pessoas me perguntaram se existia Dia das mães na China, então está a resposta e alguns fatos interessantes (como sempre... =O)

    O dia das mães existe e na mesma data que o nosso, segundo domingo de maio. Digo isso, porque aqui é uma festa de celebrações iguais em dias e meses completamente diversos, que a gente faz a maior confusão. Na Espanha, Portugal e Africa do Sul, as mães são homenageadas no primeiro domingo de maio,  no México é uma data fixa, 10 de maio. Na França e no Marrocos no ultimo domingo de maio...e assim vai. Nos EUA, parte da Europa, Asia e Brasil temos a mesma data.

    As flores também são o presente mais popular entre os chineses. Mas o interessante é que a flor que simboliza essa data na China é o cravo. Ontem o Mário foi ao shopping e voltou com um cravo embrulhado em celofane. Achei estranho, porque fazia muito tempo que eu não via essa flor (ou não prestava atenção) e ele disse que estavam dando para que as pessoas presenteassem suas mães.

     

     

    Chinadaily.com

    O jornal oficial do Governo,  People’s Daily, publicou um artigo esclarecendo que apesar do Dia das Mães ser uma celebração tipicamente americana, a China adotou porque está de acordo com a tradição etnica da cultura chinesa reverenciar e respeitar os mais velhos e a responsabilidade dos filhos para com os pais. Isso porque é uma celebração que vem ganhando força ano após ano, e com caracteristicas bem mais ocidentais do que se gostaria. Mas desde o inicio as tradições da Cultura Chinesa foram inseridas no contexto dessa data e a preocupação é que isso se torne cada vez mais forte.

    Soldados em Shenzhen na celebração do dia das mães.

    De fato essa comemoração começou em Hong Kong. Foi introduzida na China, inicialmente,  com intuito de ajudar mães necessitadas e homenagear as mães da zona rural, extremamente pobres.Só em 1988 que começou a ser usado o modelo americano de ‘mãe ideal’ em algumas cidades. No final do século 20 passou a ser celebrada por toda a China.

    Há pouco tempo, um membro do Partido Comunista iniciou uma campanha para fazer do dia das mães, um dia em memória a Meng Mu, mãe de Confúcio, e fundou a ONG chamada’ Chinese Mothers' Festival Promotion Society’, Sociedade de Promoção do Festivak das Mães Chinesas.essa ONG suporta 100 estudiosos sobre Confucio e palestrantes sobre ética. Eles também defendem que ao invés do Cravo, uma flor estrangeira, que os Lirios sejam os simbolos e presentes oficiais dessa data, já que eram as flores que as mães chinesas cultivavam quando seus filhos saiam de casa. Esse festival não é oficial e acontece somente em algumas cidades no país.


    No final a celebração é quase a mesma: os filhos dão às suas mães flores, amor e preparam algo especial como um cartão ou um bolo tradicional. Acredito que como toda a celebração chinesa, a refeição também tenha uma grande importância dentro da celebração. Também são lançados selos postais homenageando a data. Mas o que mais me chamou a atenção, me surpreendeu, é que uma forma muito comum de comemorar o Dia das Mães é através do trabalho voluntário durante esse dia e a doação financeira para os desfavorecidos. Talvez esse costume aconteça, através do vinculo com a tradição de usar a data para ajudar as mães pobres da zona rural do pais. Uma boa iniciativa, sem duvida!

    Zài Jiàn!

     

     



    Categoria: China
     Escrito por Christine Marote às 08:28
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    Primavera Florida

     
     

    Primavera Florida

    Eu já escrevi mais de uma vez sobre as flores aqui na China. O quanto são lindas e baratas, os mercados que vendem milhares delas, os arranjos e bouquets maravilhosos (alguns meio trash, eu concordo...rs), os parques e jardins, uma delicia para os olhos e a alma. Afinal quem não gosta de olhar belas flores, de sentir seu aromas, de encher a casa de flores ou simplesmente usar seu vaso preferido com uma braçada de flores do campo? Eu amo!

       

    E aqui isso realmente é possivel. A promavera é a estação que mais gosto, já que saimos de meses de frio e falta de cor, apesar dos mercados terem muitas flores para vender mesmo com temperaturas baixissimas. Mas quando as primeiras flores britam nas árvores e começamos a perceber o movimento dos jardineiros recuperando os canteiros, a grama e trazendo milhões de vasos, construindo esculturas de flores pelas ruas da cidade, parece que tudo fica mais leve, alegre, simples. Até o cinzento céu de Sahnghai dá uns ‘sorrisos’ timidos para nós (deve ser de vergonha, né?).

    Alguns dias atrás a Mirela Castilho, mais uma brasileira que vive aqui, saiu fotografando um mercado de flores em Pudong que eu nunca visitei. Aí não resisti: pedi às fotos para postar. =] Valeu, Mirela!

    Sempre parece que é pouco, que não consigo transmitir o quão lindo é tudo por aqui na Primavera. Talvez eu sinta isso, porque no Brasil nós não temos, pelo menos em São Paulo, as estações tão bem definidas como aqui. A transição de uma estação para outra é visivel, quase palpável. Um espetáculo à parte, que nada tem haver com estar na China, mas sim com apreciar o que o planeta nos oferece. Claro que as flores baratas nos fazem lembrar imediatamente que estamos aqui, mas isso até que é muito bom!

             

    Agora, só para finalizar, junto com as flores e a Primavera chegam a temporada dos chapéus e das sombrinhas. As chinesas detestam se bronzear, aqui a onda é embraquecer o máximo possivel. Todos os cremes das marcas mundiais mais famosas tem a versão ‘chinese style’. Então elas simplesmente se escondem atrás de abas imenssas e sombrinhas coloridas e cheias de brilhos, rendas e algumas coinhas mais! Uiiiiiii....

    ‘Me perguntas por que compro arroz e flores?

    Compro arroz para viver e flores para ter algo pelo que viver.’

    Confucio

     

    E como amanhã é dia das Mães, e aqui na China também, que estas flores sejam entregues a cada mãe que ler esse post.

    Que a beleza delas consiga exprimir todo o amor e carinho que as mães merecem.

    Para a mãe da Mirela que me cedeu ‘suas’ flores, parabéns pela sua filha, uma moça linda por dentro e por fora!

    Para todas as mães que estão aqui, para todas que tem seus filhos na China, longe dos olhos, mas perto do coração.

    E claro, uma homenagem especial para minha mãe, Regina, que também é minha  fã numero 1  no blog!(ufa...seria duro não ter nem a mãe como fã).

    Obrigada, Mãe pela vida, pela educação, pelo aprendizado e pelo amor (só para resumir...rs).

    Feliz dia Das Mães!

    快乐妈妈日!

    Kuàilè māmā rì!


    Zài Jiàn!



    Categoria: China
     Escrito por Christine Marote às 04:10
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    Significados na Bandeira e na moeda chinesa

     
     

    Significados na Bandeira e na moeda chinesa

    Uma das coisas que mais me fascina aqui é a possibilidade de aprender sempre, de descobrir as coisas. E apesar de manusear a moeda chinesa há quase 8 anos, nunca tinha prestado atenção na escrita da nota. Acho que é porque como não sabemos ler aqui, você acaba selecionando as informações que quer fixar. Mas, fiquei de queixo caido quando descobri que nas cédulas da moeda chinesa há nada mais, nada menos que frases escritas em 7 idiomas!

     Agora que sei, eles gritam na minha mão, claro... As notas chinesas são todas iguais, o que difere cada uma pelo valor é a cor e o desenho da parte de trás que são desenhos de regiões e monumentos da China.

     

     

    Os idiomas que constam nas notas de Remembie ou Yuan, os dois nomes são usados aqui sem problemas, são: Mandarim, Pinyin, Vietnamita, Arábe, Tibetano, Mongol e Braille. Vejam os detalhes: 5 idiomas no canto direito superior da nota, o Braille no canto e lateral esquerda inferior e o mandarim na frente da nota.

                        

     Na realidade isso é feito porque essas são as escritas usadas na China incluindo as minorias etnicas, mas que quase não vemos por aqui.

     

     A bandeira é uma outra curiosidade interessante, porque apesar de simples possui um significado de união e luta pelo partido.

     

     

    A cor vermelha remete ao PCC – Partido Comunista Chinês e à Revolução, o amarelo das estrelas, que são todas de 5 pontas,  representa o brilho e a Luz da terra vermelha. As 5 estrelas que estão no canto esquerdo representam o PCC (grande) e as demais que estão à frente, protegendo o país são o povo chinês, representados pelos cientistas, trabalhadores, trabalhadores rurais e os soldados.

     

    Agora, fazendo uma modesta comparação de fatos e constatações simbólicas e ligando as coisas de lá com as de cá, cheguei a conclusão que: o vermelho e o amarelo, desde os mais remotos registros do Império, sempre foram as cores consideradas de boa sorte, fortuna, prosperidade e sagradas para o Imperador. O amarelo só podia ser usado nas vestes do Imperador, ninguém mais tinha esse direito.

    A questão do significado das cores tem até os dias de hoje um peso muito grande na cultura desse país.

    E aí o partido que vem para libertar o povo da opressão do império, cria a sua bandeira e usa que cores mesmo??? Fui...

     

    Zài Jiàn!

     



    Categoria: China
     Escrito por Christine Marote às 13:59
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    Livro: A boa Terra

     
     

    Livro: A boa Terra

    Esse é mais um livro da Pearl Buck, acho que um dos mais conhecidos do público. A história é comovente e mostra a China numa outra época. A vida rural, os pobres, os ricos, os arranjos de casamento, as coisas que eram importantes para ser aceito ou não, o valor de cada um dentro da sociedade.  É uma época de mudanças econômicas e sociais na China.

    Para mim a narrativa foi singela e ao mesmo tempo rude, teve muitos momentos de ternura e amor e outros de guerra e ódio. Cheio de altos e baixos, o que nos prende ao livro como um imã, atravessa a vida do camponês Wang Lung desde sua mocidade até sua morte. Sua luta para sobreviver, o enriquecimento, a relação entre pais e filhos na China pós Império e anterior à Revolução são retradas de maneira surpreendente.


    A questão da mulher e sua condição na sociedade é latente durante todo o percurso, e tem passagens que realmente impressionam pela sua realidade cruel.

    Mais uma vez Pearl Buck usou de seu conhecimento natural sobre a vida na China, afinal ela cresceu dentro dessa realidade. “A Boa Terra” foi o segundo romance de Pearl e publicado em 1931. Nesse mesmo ano vendeu mais de 2 milhões de exemplares. A obra foi traduzida em 30 idiomas, adaptado ao teatro e ao cinema. Deu a autora um Premio Pulitzer e, alguns acreditam que foi o responsável pelo premio Nobel que recebeu anos mais tarde.

    Não quero escrever mais sobre a história porque tenho a impressão que vou desvendar o mistério que circunda cada página, estragar a surpresa do leitor. Por ser uma sucessão de fatos muito bem conectados fica muito dificil a sintese, ou contar uma passagem marcante que não levante um pouco o véu da próxima página.

    Por isso deixo para vocês o prazer da descoberta! Esse livro tem continuação com mais 2 titulos: 'Os filhos de Wang-Lung' e  'Casa Dividida'. Mas ainda não li nenhum dos dois. De acordo com a critica eles se completam, mas mesmo assim são independentes. É possivel entender uma historia sem ter lido a anterior. Para quem leu, a informação acaba se tornando muito mais rica. Vamos ver... Depois conto...

    Zài Jiàn!!



    Categoria: China
     Escrito por Christine Marote às 13:21
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